Microrganismos mesófilos
Enumeração e detecção de bactérias aeróbias mesófilas — a medida da carga microbiana geral do produto.
Metodologia oficial da Farmacopeia Brasileira 8ª ed., em conformidade com a RDC nº 907/2024 da Anvisa — laudo técnico para liberar seu produto com segurança.
O crescimento de microrganismos em cosméticos altera a composição química do produto e coloca em risco a saúde de quem o utiliza. A Análise Microbiológica de Cosméticos identifica essa contaminação antes que ela chegue à prateleira, avaliando desde a carga de microrganismos mesófilos até a presença de patógenos como Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Candida albicans.
Mais do que uma exigência regulatória, é o dado técnico que sustenta a vida de prateleira do seu produto e comprova, com respaldo laboratorial, que ele é seguro para consumo. É a responsabilidade de quem fabrica ou importa — e a Celacanto assume essa etapa com você, do recebimento da amostra à entrega do laudo.
Você encaminha o produto acabado conforme orientação de coleta e quantidade da Celacanto.
Aplicamos os métodos da Farmacopeia Brasileira e das normas ISO pertinentes ao seu tipo de produto.
Você recebe um relatório claro, com os parâmetros avaliados e a conformidade frente à RDC 907/2024.
Com o laudo em mãos, seu produto segue para distribuição com respaldo técnico e segurança jurídica.
Cobertura completa para produtos acabados, matérias-primas e produtos de baixo risco microbiológico.
Enumeração e detecção de bactérias aeróbias mesófilas — a medida da carga microbiana geral do produto.
Enumeração de fungos, indicadores de falha de conservação e de contaminação durante o processo produtivo.
Detecção de patógeno associado a infecções cutâneas — ausência obrigatória em produtos cosméticos.
Detecção de bactéria oportunista, uma das mais frequentes em contaminação de formulações aquosas.
Detecção de indicador de contaminação fecal — parâmetro crítico de segurança sanitária.
Detecção de levedura patogênica associada a infecções em mucosas e pele.
Ensaios de patógenos pelo método oficial 5.5.3.1.2 da Farmacopeia Brasileira.
Avaliação de risco e identificação de produtos com baixo risco microbiológico, para fundamentar isenção de testes.
Do marco regulatório da Anvisa às normas ISO reconhecidas internacionalmente — cada laudo é embasado na referência técnica correta para o seu produto.
Consolida as regras para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes no Brasil. Incorporou ao ordenamento jurídico nacional a Resolução GMC Mercosul nº 51/1998, que estabelece os parâmetros para controle microbiológico de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes — com critérios mais rigorosos para a segurança do consumidor.
Documento SEI/GHCOS/Dire3/Anvisa que traz orientações sobre o cumprimento do requisito de especificações microbiológicas do produto acabado. Para produtos de baixa suscetibilidade à contaminação, orienta a apresentação de justificativa técnica com base na norma internacional ISO 29621.
Aprovada pela RDC nº 1.026/2026, é o compêndio nacional que dita as metodologias exigidas pela vigilância sanitária. Referência primária para os ensaios de patógenos — Salmonella, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Clostridium e Candida albicans — e de microrganismos mesófilos.
Documento norteador de referência técnica da Anvisa, criado em parceria com o setor, que define rotinas de biossegurança laboratorial, controle de matérias-primas e gestão da qualidade e segurança no preparo e liberação de amostras.
Reconhecidas globalmente e pela própria Anvisa — diferencial técnico para marcas que exportam ou buscam certificações rigorosas.
ISO 21149 (mesófilos) · ISO 16212 (leveduras e bolores) · ISO 22718 (S. aureus) · ISO 22717 (P. aeruginosa) · ISO 21150 (E. coli) · ISO 18416 (C. albicans) · ISO 29621 (avaliação de baixo risco).
Um lote fora de conformidade não é só um risco técnico — é um risco para o seu negócio.
A vigilância sanitária pode reter ou interditar produtos com laudo microbiológico irregular ou inexistente.
O descumprimento da RDC 907/2024 e das normas correlatas expõe a empresa a sanções administrativas da Anvisa.
Produtos contaminados descobertos após a venda geram recolhimento, prejuízo financeiro e desgaste de marca.
Contaminação microbiológica pode causar irritações, infecções e reações adversas em quem usa o produto.
Segurança para o consumidor, respaldo técnico para a sua marca.
Reduz o risco de irritações, infecções e outras reações adversas causadas por contaminação microbiológica.
Os resultados ajudam a validar o prazo de validade real do seu cosmético, com base em dados técnicos.
Laudo alinhado à RDC 907/2024, à Farmacopeia Brasileira 8ª edição e às normas ISO aplicáveis ao seu produto.
Documento técnico pronto para apresentar à vigilância sanitária, distribuidores e parceiros comerciais.
Para produtos de baixo risco, embasamos a análise conforme a ISO 29621 e a Nota Técnica 31/2022.
Metodologias reconhecidas, execução criteriosa e laudos claros — pensados para decisões rápidas.
Responsáveis diretos pela liberação de cada lote no mercado.
Produtos vindos do exterior precisam de laudo local para comercialização.
Quem terceiriza a fabricação também responde pela segurança do produto.
Produção em pequena escala que comercializa também precisa de respaldo técnico.
A Celacanto está à disposição para apoiar os mais diversos desafios técnicos e regulatórios do seu produto. Da coleta da amostra à entrega do laudo, acompanhamos cada etapa para que você tenha segurança na liberação do seu cosmético — e tranquilidade para focar no crescimento do seu negócio.
O prazo varia conforme os microrganismos investigados, já que cada ensaio segue tempos de incubação definidos pela Farmacopeia Brasileira. Ao solicitar seu orçamento, informamos o prazo estimado para o seu tipo de produto.
A quantidade depende dos ensaios solicitados. Após o contato, nossa equipe orienta sobre volume, embalagem e forma de envio da amostra até o laboratório.
Trabalhamos com as metodologias oficiais da Farmacopeia Brasileira e com as normas ISO reconhecidas pela Anvisa, para que o laudo tenha o respaldo técnico exigido pela regulamentação vigente.
Mesmo produtos de baixa suscetibilidade à contaminação precisam de embasamento técnico. Nesses casos, a Anvisa orienta a utilização da norma ISO 29621, conforme a Nota Técnica 31/2022, para justificar a isenção ou redução de testes.
A contagem de mesófilos mede a carga microbiana geral do produto. Já os testes de patógenos específicos — como Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus — verificam a ausência de microrganismos que podem causar risco direto à saúde do consumidor.
Basta chamar no WhatsApp ou enviar um e-mail com informações sobre o seu produto. Nossa equipe retorna com o escopo de ensaios recomendado e os próximos passos.
Fale agora com a equipe da Celacanto e receba orientação sobre os ensaios necessários para o seu produto.
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