Uma análise que protege o consumidor — e o seu CNPJ

O crescimento de microrganismos em cosméticos altera a composição química do produto e coloca em risco a saúde de quem o utiliza. A Análise Microbiológica de Cosméticos identifica essa contaminação antes que ela chegue à prateleira, avaliando desde a carga de microrganismos mesófilos até a presença de patógenos como Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Candida albicans.

Mais do que uma exigência regulatória, é o dado técnico que sustenta a vida de prateleira do seu produto e comprova, com respaldo laboratorial, que ele é seguro para consumo. É a responsabilidade de quem fabrica ou importa — e a Celacanto assume essa etapa com você, do recebimento da amostra à entrega do laudo.

Análise microbiológica de cosméticos e produtos de higiene pessoal
RDC 907/2024 Farmacopeia Brasileira 8ª ed. Nota Técnica 31/2022 ISO 21149 ISO 16212 ISO 29621

Como funciona, do envio da amostra à liberação do lote

1

Envio da amostra

Você encaminha o produto acabado conforme orientação de coleta e quantidade da Celacanto.

2

Ensaios em laboratório

Aplicamos os métodos da Farmacopeia Brasileira e das normas ISO pertinentes ao seu tipo de produto.

3

Emissão do laudo técnico

Você recebe um relatório claro, com os parâmetros avaliados e a conformidade frente à RDC 907/2024.

4

Liberação do lote

Com o laudo em mãos, seu produto segue para distribuição com respaldo técnico e segurança jurídica.

Microrganismos e patógenos avaliados

Cobertura completa para produtos acabados, matérias-primas e produtos de baixo risco microbiológico.

ISO 21149

Microrganismos mesófilos

Enumeração e detecção de bactérias aeróbias mesófilas — a medida da carga microbiana geral do produto.

ISO 16212

Leveduras e bolores

Enumeração de fungos, indicadores de falha de conservação e de contaminação durante o processo produtivo.

ISO 22718

Staphylococcus aureus

Detecção de patógeno associado a infecções cutâneas — ausência obrigatória em produtos cosméticos.

ISO 22717

Pseudomonas aeruginosa

Detecção de bactéria oportunista, uma das mais frequentes em contaminação de formulações aquosas.

ISO 21150

Escherichia coli

Detecção de indicador de contaminação fecal — parâmetro crítico de segurança sanitária.

ISO 18416

Candida albicans

Detecção de levedura patogênica associada a infecções em mucosas e pele.

Farm. Bras.

Salmonella e Clostridium

Ensaios de patógenos pelo método oficial 5.5.3.1.2 da Farmacopeia Brasileira.

ISO 29621

Avaliação de baixo risco

Avaliação de risco e identificação de produtos com baixo risco microbiológico, para fundamentar isenção de testes.

Nossos ensaios atendem às seguintes regulamentações

Do marco regulatório da Anvisa às normas ISO reconhecidas internacionalmente — cada laudo é embasado na referência técnica correta para o seu produto.

AnvisaRDC nº 907/2024 — atual marco regulatório do setor

Consolida as regras para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes no Brasil. Incorporou ao ordenamento jurídico nacional a Resolução GMC Mercosul nº 51/1998, que estabelece os parâmetros para controle microbiológico de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes — com critérios mais rigorosos para a segurança do consumidor.

AnvisaNota Técnica nº 31/2022 — especificações do produto acabado

Documento SEI/GHCOS/Dire3/Anvisa que traz orientações sobre o cumprimento do requisito de especificações microbiológicas do produto acabado. Para produtos de baixa suscetibilidade à contaminação, orienta a apresentação de justificativa técnica com base na norma internacional ISO 29621.

Compêndio oficialFarmacopeia Brasileira 8ª edição — referência laboratorial primária

Aprovada pela RDC nº 1.026/2026, é o compêndio nacional que dita as metodologias exigidas pela vigilância sanitária. Referência primária para os ensaios de patógenos — Salmonella, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Clostridium e Candida albicans — e de microrganismos mesófilos.

Boas práticasGuia HPPC — controle microbiológico na indústria

Documento norteador de referência técnica da Anvisa, criado em parceria com o setor, que define rotinas de biossegurança laboratorial, controle de matérias-primas e gestão da qualidade e segurança no preparo e liberação de amostras.

ISONormas internacionais reconhecidas pela Anvisa

Reconhecidas globalmente e pela própria Anvisa — diferencial técnico para marcas que exportam ou buscam certificações rigorosas.

ISO 21149 (mesófilos) · ISO 16212 (leveduras e bolores) · ISO 22718 (S. aureus) · ISO 22717 (P. aeruginosa) · ISO 21150 (E. coli) · ISO 18416 (C. albicans) · ISO 29621 (avaliação de baixo risco).

O custo de não analisar é sempre maior

Um lote fora de conformidade não é só um risco técnico — é um risco para o seu negócio.

Interdição de lotes

A vigilância sanitária pode reter ou interditar produtos com laudo microbiológico irregular ou inexistente.

Multas e autuações

O descumprimento da RDC 907/2024 e das normas correlatas expõe a empresa a sanções administrativas da Anvisa.

Perda de lotes e recall

Produtos contaminados descobertos após a venda geram recolhimento, prejuízo financeiro e desgaste de marca.

Risco à saúde do consumidor

Contaminação microbiológica pode causar irritações, infecções e reações adversas em quem usa o produto.

Por que essa análise é indispensável

Segurança para o consumidor, respaldo técnico para a sua marca.

Segurança para o consumidor

Reduz o risco de irritações, infecções e outras reações adversas causadas por contaminação microbiológica.

Determinação da vida de prateleira

Os resultados ajudam a validar o prazo de validade real do seu cosmético, com base em dados técnicos.

Conformidade regulatória

Laudo alinhado à RDC 907/2024, à Farmacopeia Brasileira 8ª edição e às normas ISO aplicáveis ao seu produto.

Respaldo para fiscalização

Documento técnico pronto para apresentar à vigilância sanitária, distribuidores e parceiros comerciais.

Justificativa técnica facilitada

Para produtos de baixo risco, embasamos a análise conforme a ISO 29621 e a Nota Técnica 31/2022.

Confiabilidade laboratorial

Metodologias reconhecidas, execução criteriosa e laudos claros — pensados para decisões rápidas.

Se você fabrica, importa ou revende, isso é para você

01

Fabricantes de cosméticos

Responsáveis diretos pela liberação de cada lote no mercado.

02

Importadoras

Produtos vindos do exterior precisam de laudo local para comercialização.

03

Marcas próprias e private label

Quem terceiriza a fabricação também responde pela segurança do produto.

04

Manipulação artesanal e cosmetologia

Produção em pequena escala que comercializa também precisa de respaldo técnico.

Nosso compromisso

É com a sua tranquilidade

A Celacanto está à disposição para apoiar os mais diversos desafios técnicos e regulatórios do seu produto. Da coleta da amostra à entrega do laudo, acompanhamos cada etapa para que você tenha segurança na liberação do seu cosmético — e tranquilidade para focar no crescimento do seu negócio.

Perguntas que recebemos com frequência

Quanto tempo demora o resultado da análise?

O prazo varia conforme os microrganismos investigados, já que cada ensaio segue tempos de incubação definidos pela Farmacopeia Brasileira. Ao solicitar seu orçamento, informamos o prazo estimado para o seu tipo de produto.

Que quantidade de amostra preciso enviar?

A quantidade depende dos ensaios solicitados. Após o contato, nossa equipe orienta sobre volume, embalagem e forma de envio da amostra até o laboratório.

O laudo é aceito pela vigilância sanitária?

Trabalhamos com as metodologias oficiais da Farmacopeia Brasileira e com as normas ISO reconhecidas pela Anvisa, para que o laudo tenha o respaldo técnico exigido pela regulamentação vigente.

Meu produto é de baixo risco microbiológico. Preciso analisar mesmo assim?

Mesmo produtos de baixa suscetibilidade à contaminação precisam de embasamento técnico. Nesses casos, a Anvisa orienta a utilização da norma ISO 29621, conforme a Nota Técnica 31/2022, para justificar a isenção ou redução de testes.

Qual a diferença entre mesófilos e os testes de patógenos específicos?

A contagem de mesófilos mede a carga microbiana geral do produto. Já os testes de patógenos específicos — como Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus — verificam a ausência de microrganismos que podem causar risco direto à saúde do consumidor.

Como solicito um orçamento?

Basta chamar no WhatsApp ou enviar um e-mail com informações sobre o seu produto. Nossa equipe retorna com o escopo de ensaios recomendado e os próximos passos.

Vamos garantir a segurança do seu cosmético?

Fale agora com a equipe da Celacanto e receba orientação sobre os ensaios necessários para o seu produto.

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