Escopo conforme RDC nº 166/2017 e ICH Q2(R2)
- Seletividade
- Linearidade e faixa de trabalho
- Precisão (repetibilidade e precisão intermediária)
- Exatidão e recuperação
- Limite de Detecção (LD)
- Limite de Quantificação (LQ)
- Robustez
Desenvolvimento, validação e transferência de métodos analíticos conforme RDC nº 166/2017, ISO/IEC 17025 e DOQ-CGCRE-008 do INMETRO.
A Celacanto desenvolve, valida e transfere métodos analíticos com rastreabilidade estatística completa, em conformidade com a RDC nº 166/2017, a ABNT NBR ISO/IEC 17025 e o guia DOQ-CGCRE-008 do INMETRO.
O resultado é um laudo técnico que sustenta registros, blinda auditorias e protege sua operação contra autuações e interdições.
Toda decisão tomada a partir de um laudo analítico carrega o peso técnico desse laudo. Se o método por trás do número não foi validado conforme a norma aplicável, qualquer decisão construída sobre ele está apoiada em terreno instável.
Sem atender aos critérios da RDC nº 166/2017, o dossiê de validação é recusado pela ANVISA, travando o registro, a renovação ou a alteração pós-registro do produto.
Em auditorias de BPF (RDC nº 301/2019) ou de acreditação ISO/IEC 17025, métodos não validados geram não conformidades graves — interdição de linhas, suspensão de certificados ou multas administrativas.
Resultados não confiáveis sobre contaminantes, resíduos de agrotóxicos ou parâmetros de segurança ocupacional podem gerar passivos civis, trabalhistas e questionamentos sobre a responsabilidade da empresa.
Lotes reprovados, estudos refeitos do zero e contratos perdidos por reprovação em auditoria de segunda parte custam, em média, muito mais do que o investimento inicial em uma validação bem planejada.
A validação analítica não é um checklist arbitrário: é a aplicação de um arcabouço técnico-legal que conecta o seu laudo a normas nacionais e internacionais reconhecidas por órgãos reguladores e organismos de acreditação.
A ABNT NBR ISO/IEC 17025 é a norma internacional de competência para laboratórios de ensaio e calibração — e exige explicitamente que métodos não normalizados, ou métodos normalizados usados fora do escopo original, sejam validados antes da emissão de qualquer resultado oficial.
No Brasil, o DOQ-CGCRE-008 do INMETRO é o guia de bancada que detalha, estatisticamente, como calcular exatidão, precisão, seletividade e os limites de detecção e quantificação exigidos para a acreditação do método.
Para o setor farmacêutico, a RDC nº 166/2017 é a referência central da validação analítica no Brasil: torna obrigatória a avaliação de Seletividade, Linearidade, Precisão, Exatidão, LD, LQ e Robustez. Sem o atendimento a esses critérios, o medicamento não pode ser registrado.
A RDC nº 301/2019 exige que todo método utilizado no controle de qualidade da fábrica esteja validado, e a Farmacopeia Brasileira 6ª edição traz os capítulos gerais que orientam a validação e a transferência de métodos.
Quando a Celacanto desenvolve um método em seu laboratório e ele precisa ser utilizado pelo laboratório do cliente — ou o caminho inverso —, essa transferência é regulamentada pelo Capítulo V da RDC nº 166/2017.
A norma exige a elaboração de um Protocolo de Transferência Analítica, no qual o laboratório de origem e o de destino analisam as mesmas amostras para comprovar, estatisticamente, a equivalência de resultados.
Para matrizes alimentares e agropecuárias, o MAPA define as regras por meio do Manual de Garantia da Qualidade Analítica (SDA/MAPA), que exige que laboratórios credenciados validem seus métodos de detecção de contaminantes, agrotóxicos e parâmetros físico-químicos.
O Guia de Validação e Controle de Qualidade Analítica do MAPA detalha critérios específicos de desempenho, como a taxa de recuperação em testes de exatidão, para resíduos em matrizes de origem animal e vegetal.
A legislação brasileira de validação analítica é harmonizada com guias internacionais amplamente reconhecidos. O ICH Q2(R2) é a base sobre a qual a própria RDC nº 166/2017 foi construída.
Os guias da AOAC e da Eurachem são referências para o cálculo de incerteza de medição e para a validação intralaboratorial em laboratórios ambientais e de alimentos.
A validação de métodos analíticos é o processo documentado que comprova, com dados estatísticos, que um método é adequado ao seu propósito específico — seja desenvolvido internamente, seja adaptado de uma norma já publicada. Cada estudo segue um roteiro estruturado em sete etapas.
Escolha do método mais apropriado considerando a matriz da amostra, os analitos de interesse, a sensibilidade requerida pelo setor e os limites regulatórios aplicáveis.
Descrição técnica detalhada: princípios analíticos, procedimento passo a passo, equipamentos, reagentes, condições instrumentais e parâmetros críticos do processo.
Estabelecimento dos critérios de aceitação para Seletividade, Linearidade, Precisão, Exatidão, LD, LQ e Robustez, conforme RDC nº 166/2017, ICH Q2(R2) e DOQ-CGCRE-008.
Elaboração de um plano estatístico: número de replicatas, níveis de concentração, frequência das análises e seleção de amostras representativas da matriz real do cliente.
Realização dos ensaios em laboratório, sob condições controladas, para gerar os dados que comprovam o atendimento de cada parâmetro definido no planejamento.
Tratamento estatístico dos resultados, comparação com os critérios de aceitação preestabelecidos e identificação de eventuais desvios que exijam ajuste do método.
Elaboração do laudo técnico de validação — documento que reúne todo o histórico do estudo e serve de base para registros na ANVISA, auditorias ISO/IEC 17025 e transferência analítica.
Não tratamos a validação como uma entrega isolada. Cada estudo é planejado para reduzir riscos regulatórios, evitar retrabalho e dar à sua empresa segurança jurídica diante de qualquer auditoria.
Relatórios estruturados para uso direto em dossiês da ANVISA, auditorias ISO/IEC 17025 e processos junto ao MAPA.
Estudos desenhados conforme RDC nº 166/2017, ICH Q2(R2) e DOQ-CGCRE-008, evitando questionamentos em auditoria.
Suporte completo na elaboração do Protocolo de Transferência Analítica entre laboratórios, conforme o Capítulo V da RDC nº 166/2017.
Experiência prática em validação para os setores farmacêutico, alimentício, de bebidas, agro e ambiental.
A norma aplicável muda de acordo com o seu produto e o seu mercado — e o desenho do estudo de validação muda com ela.
Validação de Limpeza é um serviço distinto, com protocolo, critérios de aceitação e escopo próprios. Tem página dedicada.
Ver Validação de LimpezaÉ o processo documentado que comprova, com dados estatísticos, que um método analítico é adequado ao seu propósito específico — considerando a matriz da amostra, os analitos de interesse e os limites de aceitação exigidos pela norma aplicável. O resultado é um relatório técnico que demonstra essa adequação de forma rastreável.
A RDC nº 166/2017 estabelece a avaliação de Seletividade, Linearidade, Precisão, Exatidão, Limite de Detecção, Limite de Quantificação e Robustez. O conjunto efetivamente exigido depende da categoria do método — por exemplo, ensaios quantitativos, testes de identificação ou ensaios de impurezas.
Em geral, sim. A ABNT NBR ISO/IEC 17025 exige que métodos normalizados utilizados fora do escopo original — outra matriz, outra faixa de concentração, outro equipamento — sejam revalidados ou tenham sua adequação verificada antes do uso rotineiro.
É o processo pelo qual um método validado em um laboratório passa a ser executado de forma confiável em outro laboratório — por exemplo, do laboratório de desenvolvimento para o de controle de qualidade do cliente. O Capítulo V da RDC nº 166/2017 regulamenta esse processo por meio de um Protocolo de Transferência Analítica.
O prazo varia conforme a complexidade do método, o número de parâmetros a serem avaliados e a matriz da amostra. Na proposta técnica, a Celacanto apresenta um cronograma detalhado, definido após o entendimento do escopo junto à sua equipe.
Fale com a equipe técnica da Celacanto e receba uma proposta com escopo, cronograma e parâmetros de validação adequados ao seu método e ao seu setor.
Solicitar proposta técnica Falar com um especialistaPreencha os dados abaixo e nossa equipe técnica retornará em até 24 horas úteis.