Sua capela de exaustão está realmente protegendo seus colaboradores?
Qualificação com metodologia ASHRAE 110 e instrumentação rastreada ao INMETRO — laudos aceitos em auditorias da ANVISA, ISO e Ministério do Trabalho.
Sua capela de exaustão está realmente protegendo seus colaboradores?
Qualificamos capelas de exaustão química com metodologia ASHRAE 110 e equipamentos rastreados ao INMETRO — garantindo conformidade com NRs, ANVISA e laudos aceitos em auditorias ISO e BPF.
Equipamentos calibrados e rastreados ao INMETRO, teste com gás traçador SF₆, laudos aceitos por ANVISA e auditorias ISO, e especialistas em risco químico ocupacional.
Capela de exaustão química não é cabine de segurança biológica
Capelas de exaustão química (que expelem gases para o exterior) são equipamentos completamente diferentes de cabines de segurança biológica ou fluxo laminar (que usam filtros HEPA para microrganismos).
As normas ASHRAE 110, EN 14175, SEFA 1 e as NRs do Ministério do Trabalho são exclusivas para risco químico. Empresas que qualificam um pelo protocolo do outro emitem laudos inválidos — que não passam em auditorias da ANVISA nem do eSocial. Exija a metodologia correta.
O que está em jogo quando a qualificação é negligenciada
Não qualificar ou qualificar de forma inadequada expõe sua organização a três categorias de risco simultâneas.
Risco legal e trabalhista
O Ministério do Trabalho exige comprovação periódica da eficácia das medidas de proteção coletiva (NR-09 e NR-15). Sem laudo válido: autuações da fiscalização trabalhista, passivo por insalubridade, indenizações por doenças ocupacionais e responsabilidade civil e criminal.
Risco regulatório (ANVISA)
Em farmácias de manipulação e indústria farmacêutica, a falta de QI/QO/QD documentada resulta em interdição do processo produtivo, reprovação em auditorias de BPF, cancelamento de AIE ou licença sanitária e recall de produtos manipulados.
Risco à saúde e segurança
Uma velocidade de face fora do parâmetro ideal — abaixo de 0,4 m/s ou acima de 0,6 m/s — pode permitir vazamento de vapores tóxicos, criar turbulência que expõe o operador, contaminar o produto em processo e gerar doenças crônicas silenciosas.
6 etapas técnicas, do diagnóstico ao laudo
Nossa metodologia é baseada nas melhores práticas internacionais e produz documentação aceita em auditorias de qualidade, inspeções do MTE e ANVISA.
01
Inspeção técnica inicial
Avaliação visual sistemática da integridade estrutural da capela: vedações, guilhotina, puxadores, conexões e superfície interna. Identificamos danos físicos, obstruções e sinais de desgaste que comprometem a contenção antes mesmo de ligar o equipamento.
02
Teste de contenção com gás SF₆
O ensaio mais rigoroso do protocolo ASHRAE 110. Introduzimos SF₆ no interior da capela e medimos com detector de alta sensibilidade a concentração do gás no plano de trabalho do operador.
ASHRAE 110 · EN 1417503
Mapeamento de velocidade de face
Medição sistemática da velocidade do ar na abertura da capela com anemômetro de fio quente calibrado, rastreado à RBC/INMETRO. Mapeamos a grade de pontos para identificar zonas de velocidade insuficiente ou excessiva.
ASHRAE 110 · SEFA 104
Visualização do padrão de fluxo
Ensaio qualitativo com gerador de fumaça para mapear visualmente o comportamento do fluxo de ar no interior da capela. Identificamos zonas mortas, redemoinhos e vetores de vazamento que o anemômetro isolado não captura.
ASHRAE 11005
Verificação do sistema de exaustão
Inspeção do duto, damper, ventilador e saída externa para garantir que o sistema como um todo fornece o fluxo de ar projetado. Fundamenta as exigências de monitoramento contínuo da NR-09 e NR-32.
NR-09 · NR-3206
Laudo com rastreabilidade metrológica
Toda a instrumentação é calibrada por laboratórios acreditados pela RBC do INMETRO, conforme a ABNT NBR ISO/IEC 17025. O laudo possui rastreabilidade metrológica completa — requisito indispensável para auditorias.
ISO/IEC 17025 · RDC 301
O arcabouço normativo que sustenta cada laudo
Nossos laudos são embasados em normas de engenharia internacionais, obrigações legais do Ministério do Trabalho e exigências sanitárias da ANVISA.
ASHRAE — EUAASHRAE 110 — Method of Testing Performance of Laboratory Fume Hoods
O padrão global mais importante para qualificação de capelas. Define a metodologia exata para mapeamento de velocidade de face, visualização por fumaça e o rigoroso teste de contenção com gás SF₆.
CEN — EuropaEN 14175 — Fume Cupboards: requisitos de segurança e velocidade
Norma europeia amplamente adotada pelos fabricantes e auditores no Brasil. Define os requisitos de segurança, velocidade de ar e robustez do sistema de exaustão.
SEFA — EUASEFA 1 — Velocidade de face ideal: 0,4 a 0,6 m/s
Diretriz da Scientific Equipment and Furniture Association que estabelece a faixa segura de velocidade — suficiente para conter vapores sem gerar turbulência que exponha o operador.
TrabalhoNR-09 / NR-15 — Proteção coletiva e controle de insalubridade
A NR-09 exige inspeções regulares das medidas de proteção coletiva, como a capela. A NR-15 enquadra ambientes como insalubres quando a concentração de químicos supera os limites de tolerância — a capela qualificada é o que evita isso.
TrabalhoNR-32 — Serviços de saúde: manutenção obrigatória dos exaustores
Para hospitais e laboratórios de saúde, exige expressamente a manutenção dos sistemas de exaustão e a comprovação documental de sua eficácia — um laudo de qualificação é a evidência aceita.
ANVISARDC 67/2007 e RDC 301/2019 — QI, QO e QD obrigatórias
A RDC 67/2007 (farmácias de manipulação) e a RDC 301/2019 (BPF de medicamentos) exigem Qualificação de Instalação, Operação e Desempenho de todos os equipamentos críticos — incluindo as capelas.
Mais do que um serviço. Uma garantia técnica e jurídica.
Empresas que escolhem fornecedores sem rigor metodológico obtêm certificados que não valem nada na primeira auditoria.
Equipamentos calibrados pelo INMETRO
Todos os instrumentos possuem certificados de calibração rastreados à RBC, conforme a ISO/IEC 17025.
Laudo com validade regulatória
Documentação estruturada nos moldes da QI/QO/QD exigida pela ANVISA e aceita em auditorias ISO 9001, eSocial e MTE.
Protocolo ASHRAE 110 completo
Não apenas medição de velocidade — executamos o protocolo completo incluindo o teste com gás SF₆.
Especialistas em risco químico
Nossa equipe distingue capelas de exaustão química de cabines de segurança biológica, evitando a confusão que invalida laudos.
Celacanto vs fornecedor sem metodologia estruturada
Antes de contratar, compare o que cada opção entrega de fato — e o que cada uma te custa numa auditoria.
Critério
Celacanto Análises
Fornecedor sem rigor técnico
Protocolo de ensaio
ASHRAE 110 completo
Medição de velocidade simples
Teste com gás SF₆
Incluído no escopo padrão
Não realizado
Instrumentação
Calibrada e rastreada RBC-INMETRO
Sem certificado de calibração
Laudo aceito pela ANVISA
Estruturado em QI/QO/QD
Reprovado em BPF
Validade em auditoria ISO 9001
Documentação completa
Não contemplado
Conformidade NR-09 / NR-32
Evidenciada no laudo
Não especificada
Distinção química vs. biológica
Protocolo exclusivo para risco químico
Frequentemente confundido
Qualificamos capelas em todos os segmentos com risco químico
Farmácias de manipulação
Indústria farmacêutica
Laboratórios de análises clínicas
Hospitais e serviços de saúde
Indústria de cosméticos
Laboratórios de pesquisa e ensino
Indústria química e petroquímica
Alimentos e bebidas
Perguntas que nossos clientes fazem antes de contratar
Com que frequência a qualificação deve ser realizada?
A NR-09 exige inspeções regulares das medidas de proteção coletiva, e a ANVISA (RDC 301/2019) recomenda requalificação anual ou sempre que houver alteração no equipamento, no sistema de exaustão ou no layout do ambiente. Definimos juntos a periodicidade ideal para o seu contexto regulatório.
Qual a diferença entre capela de exaustão e cabine de segurança biológica?
A capela de exaustão química remove vapores e gases para o exterior do prédio — indicada para risco químico. A cabine biológica usa filtros HEPA para reter microrganismos — indicada para risco biológico. As normas são distintas e incompatíveis. Usar o protocolo errado resulta em laudo inválido.
O laudo da Celacanto é aceito em auditorias da ANVISA?
Sim. Nossos laudos são estruturados nos moldes da Qualificação de Instalação (QI), Operação (QO) e Desempenho (QD), conforme exigido pela RDC 301/2019 para BPF de medicamentos e pela RDC 67/2007 para farmácias de manipulação.
O que significa rastreabilidade metrológica e por que ela importa?
Significa que nossos instrumentos de medição foram calibrados por laboratórios credenciados pela RBC do INMETRO, com cadeia de rastreabilidade até padrões nacionais e internacionais, conforme a ABNT NBR ISO/IEC 17025. Sem isso, os valores medidos são questionáveis em qualquer auditoria técnica.
Vocês atendem em qual região?
Atendemos em todo o território nacional. Possuímos equipe técnica com logística para deslocamento e realizamos o agendamento de forma a otimizar o roteiro em casos de múltiplas unidades.
Qual o prazo de entrega do laudo após a visita técnica?
Nosso prazo padrão é de até 10 dias úteis após a coleta de dados em campo. Para projetos que demandem prazo reduzido por urgência de auditoria, entre em contato para avaliarmos a viabilidade.
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